Antonio Correa Imóveis
Sou Corretor de Imóveis Ajudo as pessoas a realizarem seu sonho de adquirir um imóvel para morar ou investimento No Blog tem alguns não todos Email fernanimveis@yahoo.com.br fernancorrea39@gmail.com ancosil@yahoo.com.br antoniocorrea@creci.org.br Qualquer dúvida entre em contato por e-mail ou telefone 11 98569754 CRECI 112258 Grato
quarta-feira, 23 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Você é meu Convidado
Jacutinga - Festival do CUPCAKE Jacutinga - Festival do CUPCAKE SYNC, Visite o nosso plantão de vendas, obtenha informações sobre nossos empreendimentos, cadastre-se com o corretor, apresente este Email marketing e ganhe um kit. 1kit LOCCITANE por pessoa 2 e 3 dormitorios, 1 suite, 68 e 89m, privativos, Terraço Gourmet, coberturas duplex, Mensais apartir de R$590,00 Venha participar! dias 19/05 e 20/05 apartir das 11horas. Rua Alagoas, 581 - Centro Nobre - São Caetano. Informações:(11)4318-0299 - www.syncsaocaetano.com.br
PROCURE POR FERNAN
GRATO
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
PROCON-SP
PROCON-SP - Bradesco lidera ranking de reclamações
Procon de São Paulo divulga empresas com maior número de queixas fundamentadas em 2011Bradesco lidera ranking de reclamações fundamentadas em 2011Ricardo Lisboa/ Agência Estado
O Procon e a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania Estado de São Paulo divulgaram, nesta quinta-feira, o ranking de reclamações contra produtos e serviços de 2011. A listagem que cita queixas fundamentadas contra as empresas apontou o banco Bradesco em primeiro lugar. Confira as primeiras 50 empresas do ranking Em segundo lugar aparece o grupo B2W - empresa responsável pelos sites de e-commerce Americanas.com, Submarino e Shoptime, Itaú Unibanco, LG e TIM. Ontem o Procon chegou a suspender as atividades da empresa por 72 horas, mas uma liminar cancelou a decisão do órgão. A lista, que é atualizada anualmente, contém apenas as demandas de consumidores que não foram solucionadas, sendo necessária a abertura de processo administrativo para serem trabalhadas pelo órgão junto aos fornecedores. A divulgação do Cadastro Anual de Reclamações Fundamentadas atende ao artigo 44, do Código de Defesa do Consumidor, que determina que os órgãos públicos de defesa do consumidor mantenham cadastros atualizados de reclamações fundamentadas contra fornecedores de produtos e serviços, devendo divulgás-lo pública e anualmente. Em 2011 a área de produtos (móveis, eletrônicos e vestuário, dentre outros) foi a que registrou maior número de reclamações fundamentadas (37%); seguida por assuntos financeiros (bancos, seguradoras, financeiras) com 28% e serviços essenciais (telecomunicações e energia elétrica, saneamento básico, dentre outros), com 17%. O total de atendimentos para consultas, orientações e queixas no ano passado pelo Procon-SP foi de 727.229, aumento de 15% em relação ao registrado em 2010. Deste total, apenas 33.401 (4,59%) transformaram-se em reclamações fundamentadas. Os atendimentos geraram 137.694 encaminhamentos da Carta de Informação Preliminar ao fornecedor. Nesta fase preliminar 76% dos casos foram solucionados. A assessoria de imprensa do Bradesco divulgou nota sobre sua posição no ranking do Procon: “A posição do Bradesco no ranking reflete a incorporação, pela primeira vez, dos apontamentos referentes ao Banco Ibi. Os processos do Ibi já foram integrados e já começam a receber o mesmo tratamento dado aos processos do Bradesco, no sentido de serem alinhados aos padrões de qualidade e agilidade do Banco”.
Fonte: http://www.band.com.br/
Veja também
Grande SP: Procons ouviram 87 mil clientes
Reclamações da B2W aumentaram 180% em um ano
terça-feira, 6 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Pesqiuisa
Pesquisa: País tem 2º maior valorização imobiliária do mundo
O Brasil registrou a segunda maior valorização imobiliária nominal (sem o desconto da inflação no período) em 2011 ante o ano anterior, 27,82%, segundo pesquisa realizada pela Global Property Guide. A Índia ficou no topo da lista, com elevação dos preços dos imóveis de 35,77%. O levantamento, que considera uma cidade de cada país, destaca que Nova Délhi e São Paulo registram aquecimento no setor mesmo enquanto no resto do mundo o cenário é de arrefecimento.
Entre os 35 países pesquisados, 22 verificaram queda nos preços dos imóveis, enquanto apenas 13 obtiveram elevação. No quarto trimestre de 2011, o enfraquecimento do setor é ainda mais evidente, já que apenas 10 países mostraram valorização dos imóveis, contra 25 nações em que o valor recuou. Já São Paulo e Nova Délhi, mesmo no quarto trimestre, tiveram valorização imobiliária de 3,93% e 6,62% (já descontada a inflação).
Mesmo no ranking em que a valorização já está descontada da inflação, Índia e Brasil lideram, com 25,26% e 19,79% de crescimento no valor dos imóveis, respectivamente. Por outro lado, Irlanda, com desvalorização de 18,08%, e Polônia, com recuo de 10,55%, são os últimos da lista.
Nos Estados Unidos, onde a crise econômica de 2008 teve início, no setor imobiliário, os preços do setor caíram 5,54% em 2011, mas registraram elevação de 0,06% no último trimestre do ano passado.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
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Boa notícia para quem gosta de investir em imóveis: o mercado está em alta. O preço de imóveis novos e usados, residencial ou comercial, está subindo.
A má notícia: justamente por estar em alta, quem pretende investir neste setor vai pagar caro por isso.
E a explicação financeira é bem simples. Os juros devem começar a cair, o que vai afetar a rentabilidade dos investimentos em renda fixa atrelados a eles.
“Muita gente busca nos imóveis uma rentabilidade que não vai conseguir em outro lugar, com pouco risco”, diz o economista Claudio Gonçalves, da Planning Consult.
Residencial ou comercial?
Para Gonçalves, o pulo do gato é o básico comprar-barato-e-vender-caro. Acertando isso, tanto faz se o destino do imóvel for para servir de residência ou para ser a sede de uma empresa.
Mas como acertar na compra? “É preciso estar antenado com o mercado”, afirma Gonçalves. “Conversar com corretores e ficar de olho em bairros que estão recebendo infraestrutura.”
Para Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, empresa de locação, vendas e administração de imóveis, grandes obras como Metrô e Rodoanel também valorizam uma região.
“A infraestrutura está valorizando apartamentos e casas em Natal, Tocantins e Fortaleza”, diz Hernandes.
Imóveis pequenos
De qualquer forma, ela ressalta alguns imóveis que têm mais procura do que outros.
“Para moradia, o melhor são os imóveis com dois ou três quartos e pequenos, com 60 metros quadrados. E os galpões pequenos, com 250 metros quadrados, também têm melhor saída”, diz Hernandes.
Isso porque quanto menor o imóvel, menores serão os custos fixos (como condomínio e limpeza) para mantê-lo.
Muito investidor busca imóveis que já tenham um locatário certo. “Tem gente que quer imóvel com inquilino”, diz Hernandes. “Outros só fecham contratos longos, de pelos menos três anos.”
Retorno
Se for para alugar, o valor mensal médio cobrado pelo dono do imóvel equivale a 0,5% do preço do imóvel. Mas, segundo Hernandes, o mercado está cobrando pelo menos 0,7% ao mês.
“O que a gente vê é que em quatro anos ou um pouco mais o investidor já tem lucro, ou seja: já recuperou o investimento feito”, afirma Hernandes. “Só para ter uma idéia, os imóveis na Mooca (zona leste de São Paulo), valorizaram 100% em cinco anos.”
Para diminuir o risco, o ideal é não investir em um só tipo de imóvel, num único bairro. Tampouco depender apenas de um inquilino. “É preciso diversificar, e essa regra vale para qualquer investimento”, afirma a diretora da Lello.
O economista Claudio Gonçalves faz outro alerta. “A alta dos imóveis não vai durar para sempre. São Paulo, por exemplo, deve suportar mais uns quatro anos de valorização”, diz.
Boa notícia para quem gosta de investir em imóveis: o mercado está em alta. O preço de imóveis novos e usados, residencial ou comercial, está subindo.
A má notícia: justamente por estar em alta, quem pretende investir neste setor vai pagar caro por isso.
E a explicação financeira é bem simples. Os juros devem começar a cair, o que vai afetar a rentabilidade dos investimentos em renda fixa atrelados a eles.
“Muita gente busca nos imóveis uma rentabilidade que não vai conseguir em outro lugar, com pouco risco”, diz o economista Claudio Gonçalves, da Planning Consult.
Residencial ou comercial?
Para Gonçalves, o pulo do gato é o básico comprar-barato-e-vender-caro. Acertando isso, tanto faz se o destino do imóvel for para servir de residência ou para ser a sede de uma empresa.
Mas como acertar na compra? “É preciso estar antenado com o mercado”, afirma Gonçalves. “Conversar com corretores e ficar de olho em bairros que estão recebendo infraestrutura.”
Para Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, empresa de locação, vendas e administração de imóveis, grandes obras como Metrô e Rodoanel também valorizam uma região.
“A infraestrutura está valorizando apartamentos e casas em Natal, Tocantins e Fortaleza”, diz Hernandes.
Imóveis pequenos
De qualquer forma, ela ressalta alguns imóveis que têm mais procura do que outros.
“Para moradia, o melhor são os imóveis com dois ou três quartos e pequenos, com 60 metros quadrados. E os galpões pequenos, com 250 metros quadrados, também têm melhor saída”, diz Hernandes.
Isso porque quanto menor o imóvel, menores serão os custos fixos (como condomínio e limpeza) para mantê-lo.
Muito investidor busca imóveis que já tenham um locatário certo. “Tem gente que quer imóvel com inquilino”, diz Hernandes. “Outros só fecham contratos longos, de pelos menos três anos.”
Retorno
Se for para alugar, o valor mensal médio cobrado pelo dono do imóvel equivale a 0,5% do preço do imóvel. Mas, segundo Hernandes, o mercado está cobrando pelo menos 0,7% ao mês.
“O que a gente vê é que em quatro anos ou um pouco mais o investidor já tem lucro, ou seja: já recuperou o investimento feito”, afirma Hernandes. “Só para ter uma idéia, os imóveis na Mooca (zona leste de São Paulo), valorizaram 100% em cinco anos.”
Para diminuir o risco, o ideal é não investir em um só tipo de imóvel, num único bairro. Tampouco depender apenas de um inquilino. “É preciso diversificar, e essa regra vale para qualquer investimento”, afirma a diretora da Lello.
O economista Claudio Gonçalves faz outro alerta. “A alta dos imóveis não vai durar para sempre. São Paulo, por exemplo, deve suportar mais uns quatro anos de valorização”, diz.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
MENSAGEM
Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e perdi tudo;
mas, tudo que que eu coloquei nas mãos de Deus, eu ainda possuo.
mas, tudo que que eu coloquei nas mãos de Deus, eu ainda possuo.
Martin Luther King
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Solução do Transito nas Grandes Cidades
sábado, 23 de julho de 2011
Últimas notícias do VLT do ABC (SP)
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| São Caetano do Sul (SP) |
A afirmação é do deputado estadual Orlando Morando (PSDB), líder do partido na Assembleia e relator especial do projeto de lei que autoriza o empréstimo de R$9,3 bilhões do governo estadual para investimentos em transportes.
O traçado de 28 quilômetros de extensão deverá ter início no primeiro semestre de 2012 e partirá da estação Tamanduateí, em São Paulo. Ao todo, serão construídas 12 estações até o Paço de São Bernardo: Carioca, Goiás, Espaço Cerâmica, Estrada das Lágrimas, Rudge Ramos, Instituto Mauá, Afonsina, Fundação Santo André, Winston Churchill, Senador Vergueiro, Baeta Neves e Paço. “O sonho do metrô no ABC virou realidade”, reiterou.
Por ser administrado pelo Metrô, o traçado foi batizado de Linha 18 Bronze. A distância média entre as paradas será de 600 a 1.000 metros e caso seja de média capacidade receberá 30 mil passageiros/hora.
O custo desta etapa, que tende a terminar em 2014, está estimado em R$ 50 milhões. O montante será dividido em duas partes: a CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), órgão ligado ao governo federal, vai investir R$ 27,6 milhões e os outros R$ 22,4 milhões virão dos cofres do Metrô.
A segunda fase do projeto, que ligará o centro de São Bernardo até a região do Alvarenga abrangerá mais seis estações. Orlando rebateu as críticas de que cola a imagem na obra do VLT apenas para ser o “pai da criança”. “Estou fazendo o meu trabalho enquanto deputado. Não estou preocupado com vaidade. Apenas informo o meu trabalho”.
Coletiva
As afirmações do deputado foram feitas nesta sexta-feira (22) durante coletiva de imprensa. Sem falar de eleição municipal, Orlando prestou contas do trabalho realizado nos primeiros seis meses do novo mandato.
Entre as principais conquistas, o tucano destacou a criação da Região metropolitana, o aumento de 42% no salário dos professores e a implantação do programa Via Rápida, que oferecerá cursos gratuitos destinados à formação profissional.
O parlamentar também destacou a experiência obtida enquanto líder da bancada do PSDB na Assembleia. Segundo ele, o trabalho exige uma responsabilidade ainda maior, mas permite também mais acesso as informações e integrantes do Palácio dos Bandeirantes.
Fevereiro
Fevereiro
Orlando Morando, no entanto, deu novamente a entender que só irá definir sua participação – ou não – na sucessão municipal de São Bernardo no início de 2012. “A executiva estadual definiu que os pré-candidatos poderão se apresentar até o último dia do mês de fevereiro”, disse. Até então, a legenda tinha como prazo o mês de outubro do ano que antecedia o pleito.
Dirigente regional
Morando afirmou também que acredita na indicação consensual de Adler Kiko Teixeira (prefeito de Rio Grande da Serra) para a coordenação regional do PSDB no ABC. O mandato do atual dirigente, Cezar de Carvalho, termina no próximo dia 13 de agosto. Além de Kiko, segundo fontes do tucanato, William Dib (ex-prefeito de São Bernardo e deputado federal) também estaria de olho no posto. O escolhido conduzirá a legenda regionalmente no pleito de 2012.
Repórter Diário – Leandro Amaral - 23 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O momento é propicio para comprar imóvel
Momento é propício para comprar imóvel
Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC
Quem espera melhores condições de compra para realizar o sonho da casa própria pode estar deixando passar a oportunidade de adquirir sua casa com preço mais atrativo. Para especialistas, a hora de comprar imóvel é agora.
Mesmo com velocidade de vendas menor nos primeiros cinco meses deste ano, dificilmente o valor das unidades lançadas cairá. "A inflação sobre o custo dos materiais de construção, mão de obra e terrenos não tem previsão de ficar menor nos próximos meses, e esses gastos são repassados ao comprador final", explica o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo, Celso Petrucci. Portanto, a regra é pesquisar muito e pechinchar. "O mercado está propício para isso. As construtoras querem vender."
E a venda e lançamento de imóveis no Grande ABC segue com vantagem em relação à Capital. Isso porque os preços das unidades comercializadas entre as sete cidades ainda são menores. Enquanto um imóvel de 55 m² e com dois dormitórios custa, em média, R$ 177 mil na região, o mesmo produto é encontrado a R$ 221 mil na Capital. "Isso explica por que a região atrai tantas construtoras de São Paulo. Muitas pessoas que moravam na Capital estão migrando para Santo André, São Bernardo e São Caetano, principalmente. Isso nos mostra que os imóveis na região tendem a continuar valorizando", aponta o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, Luiz Pompéia.
BOLHA - Apesar da forte valorização do preço dos imóveis nos últimos anos, o Brasil está longe de passar por uma bolha imobiliária. Segundo especialistas consultados pela equipe do Diário, o fenômeno é inviável diante do cenário econômico que o País se encontra. "O mercado nacional não precisa temer pela bolha, como aconteceu nos Estados Unidos. Lá, o setor imobiliário representava 65% do PIB do país. No Brasil é diferente, o setor não chega nem a 5% do PIB. Não vamos quebrar", afirma Pompéia.
Ele conta ainda que, mesmo com preços altíssimos, ainda há muitos brasileiros à procura da casa própria. "Com a alta demanda, as construtoras aproveitam esse momento para subir os preços e lucrar acima da margem de lucro. Enquanto estiverem vendendo, os valores não vão baixar", explica.
Outro fator positivo, que espanta os rumores da possível bolha, é o equilíbrio entre o crédito imobiliário e a inadimplência. O índice não ultrapassa 7% dos contratos de financiamento, segundo dados do Banco Central deste ano.
CENÁRIO - Pompéia acrescenta que antes de 2007 as regras de financiamento eram mais restritas e os preços ficaram um bom tempo estagnados, e depois, com a melhora do cenário e aumento dos prazos, de 20 para 30 anos, as construtoras procuraram ampliar seus ganhos. Mesmo com preços salgados, o economista do Secovi-SP acredita que o setor imobiliário deva crescer entre 5% e 10% pelo menos nos próximos dez anos.
"Nossos financiamentos estão mais acessíveis a classes de menor renda, com prazos de até 30 anos. Além disso, a renda do brasileiro está crescendo e mais gente tem possibilidade de comprar sua casa. Ainda temos um deficit muito grande no Brasil. É preciso abastecer essa maioria", sinaliza Petrucci.
Para que isso aconteça, a saída dos empreendedores é comprar terrenos sub-ocupados, áreas industriais desativadas para lançar novos produtos. "É o caso do Espaço Cerâmica, em São Caetano. Uma área antiga e sem utilidade, que vai virar megaempreendimento residencial e comercial", cita o diretor da Embraesp.
terça-feira, 5 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Imóvel Comercial tem boa rentabilidade
Imóvel comercial tem boa rentabilidade
Os imóveis comerciais tiveram no primeiro trimestre a menor taxa de retorno sobre o investimento dos últimos 18 meses. O rendimento médio aos proprietários atingiu 5%, aponta o IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário-Comercial). "Mesmo com menor resultado em 18 meses, a rentabilidade ainda é alta", destacou o pesquisador do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), Paulo Picchetti.
Considerando o período de 12 meses encerrados no fim de março, os ganhos médios atingiram 23,7%. O resultado está acima de outros tipos de investimentos. A caderneta de poupança apresenta retorno médio anual de 6%. O os títulos do Tesouro Nacional garantem, em média, 15% de lucro em 12 meses.
Na ponta do lápis, se um investidor comprou sala comercial por R$ 300 mil há um ano, ele teria lucrado R$ 71,1 mil. Com o mesmo valor aplicado na poupança, os ganhos atingiriam, aproximadamente, R$ 18 mil.
Até em relação ao mercado de ações, que normalmente apresenta a maior rentabilidade no longo prazo, o mercado imobiliário está mais atrativo. Em um ano encerrado no fim de abril, o Ibovespa caiu 2,71%. "Hoje a Bolsa de Valores não está tão atrativa pela repatriação do capital estrangeiro", explicou o corretor de investimentos Heitor Esplugues.
BOLSA DE VALORES - Para resgatar o montante investido nas empresas nacionais, os investidores estrangeiros vendem suas ações a preços que o mercado aceite. Como eles mantêm grandes quantidades de papéis, acabam vendendo mais barato e puxam para baixo os demais títulos das empresas que são sócios, contribuindo para a queda verificada neste início de ano.
Esplugues alertou que, apesar do mercado imobiliário ter uma das melhores rentabilidades entre os investimentos, sua liquidez é baixa, ou seja, há dificuldade para vender ou alugar um imóvel.
CÁLCULO - A lucratividade dos imóveis comerciais considera o retorno de capital, que é a valorização da unidade, de 1,8%, e a rentabilidade da renda, como a de aluguéis, que atingiu 3,2%.
A explicação para a queda na rentabilidade desta modalidade de investimento é o ciclo natural do mercado imobiliário. Segundo o pesquisador do Ibre/FGV, os retornos chegaram ao pico em 2009. E é comum que haja oscilações nos percentuais considerando a série histórica. Antes de despencar no primeiro trimestre, o resultado mais baixo tinha sido verificado no terceiro trimestre de 2009, quando atingiu 4,9%.
Para chegar ao retorno médio, a pesquisa capta variações de imóveis como salas comerciais, lajes, galpões, shoppings, hotéis. O percentual indica o quanto um proprietário está lucrando quando loca sua propriedade.
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